sábado, 25 de outubro de 2014

* ATPC Necessidades Educacionais Especiais

ATPC - CICLO II - Necessidades Educacionais Especiais

Nosso ATPC foi enriquecido com a participação da Professora Lílian dos Santos, P.C.N.P da D.E. Leste 3
A expressão necessidades educacionais especiais pode ser utilizada para referir-se a crianças e jovens cujas necessidades decorrem de sua elevada capacidade ou de suas dificuldades para aprender. Está associada, portanto, a dificuldade de aprendizagem, não necessariamente vinculada a deficiência(s).

É uma forma de reconhecer que muitos alunos, sejam ou não portadores de deficiências ou de superdotação, apresentam necessidades educacionais que passam a ser especiais quando exigem respostas específicas adequadas.

Embora as necessidades especiais na escola sejam amplas e diversificadas, a atual Política Nacional de Educação Especial aponta para uma definição de prioridades no que se refere ao atendimento especializado a ser oferecido na escola para quem dele necessitar. Nessa perspectiva, define como aluno portador de necessidades especiais aquele que "... por apresentar necessidades próprias e diferentes dos demais alunos no domínio das aprendizagens curriculares correspondentes à sua idade, requer recursos pedagógicos e metodologias educacionais específicas". A classificação desses alunos, para efeito de prioridade no atendimento educacional especializado (preferencialmente na rede regular de ensino), consta da referida Política e dá ênfase a:
  • portadores de deficiência mental, visual, auditiva, física e múltipla;
  • portadores de condutas típicas (problemas de conduta);portadores de superdotação.






Estamos agradecidos pela visita da PCNP Lilian dos Santos, por todo apoio a nossa escola e a formação de nossos professores em ATPC.



*CULTURA É CURRÍCULO - MUSEU CASA DO TATUAPÉ



 http://www.museudacidade.sp.gov.br/taipadepilao.php


A Casa do Tatuapé é uma construção em taipa de pilão, com seis cômodos e dois sótãos, que se diferencia de outros exemplares remanescentes do período colonial por apresentar telhado de apenas “duas águas”.
No inventário de 1698 consta o registro que comprova a construção do imóvel em um terreno que pertencera ao padre Matheus Nunes de Siqueira, que nomeou Mathias Rodrigues da Silva como administrador de seus bens, ficando a este o crédito de ter sido o construtor da casa. Em meados do século XIX, o sítio passou a abrigar uma olaria onde eram fabricadas, exclusivamente, telhas. Entretanto, com a imigração italiana, a olaria passou a fabricar também tijolos. Para que a casa pudesse ser residência e depois olaria era preciso ter água nas cercanias. Este fato explica porque sua implantação esteve vinculada à proximidade de um curso d’água, situação hoje descaracterizada pela retificação do rio Tietê e canalização do córrego do Tatuapé.
Em 1945, após a morte de seu proprietário, Elias Quartim de Albuquerque, o imóvel foi comprado pela Tecelagem Textilia. Com o loteamento da propriedade, a casa restou implantada em um terreno reduzido, cercado por outras construções muito próximas. Sua atual situação urbana impede a compreensão das relações que a Casa do Tatuapé mantinha originalmente com a paisagem.
Três décadas mais tarde a Casa do Tatuapé foi adquirida pela Prefeitura do Município de São Paulo. Entre 1979 e 1980, sob responsabilidade do Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), por meio de um projeto realizado em conjunto com o Museu Paulista da USP, foram realizadas pesquisas arqueológicas e, em um segundo momento, o imóvel passou por obras de restauro.
Os trabalhos foram realizados de modo a reconstituir algumas paredes que estavam por desabar, assim como o madeiramento e o telhado. Também foram restauradas as janelas com balaústres e as portas almofadadas. Com o intuito de evidenciar características da época de sua construção, conservou-se nos cômodos o piso em “terra batida”.
Em 1981 a Casa do Tatuapé foi aberta à visitação pública.
Em 1991 o imóvel passou por novas obras de preservação, e no ano seguinte a Casa do Tatuapé foi reaberta à população, abrigando atividades socioculturais.


SAIBA MAIS
Telhado de “duas águas”
O telhado de duas águas é uma cobertura composta de dois planos inclinados simetricamente em relação ao eixo principal da construção. A cada um destes planos inclinados que servem para o escoamento das águas pluviais dá-se o nome de água.
Há telhados de simples execução de uma única água, são conhecidos como alpendres. E outros, de quatro águas, ou quatro planos, muito utilizados nas construções rurais do quadrilátero do açúcar paulista.
(Fonte: Corona & Lemos, Dicionário da Arquitetura Brasileira, Edart, SP, 1972)

Taipa de Pilão
A taipa de pilão caracterizou todas as construções paulistas dos séculos XVI, XVII, XVIII e primeira metade do XIX, numa persistência cultural decorrente, sobretudo, do isolamento causado pela dificuldade de transposição da Serra do Mar.





























Técnica construtiva de origem árabe utilizada na fatura de paredes e muros e que consiste no forte apiloamento de terra úmida entre dois pranchões de madeira removíveis que, no taipal, se mantém de pé e afastadas entre si graças a travessas ou escoras.
A taipa de pilão caracterizou todas as construções paulistas dos séculos XVI, XVII, XVIII e primeira metade do XIX, numa persistência cultural decorrente, sobretudo, do isolamento causado pela dificuldade de transposição da Serra do Mar.
Esta técnica construtiva foi utilizada nas paredes estruturais dessa antiga residência rural.

taipal
Armação de madeira usada na feitura da taipa de pilão.Há quem dê, no linguajar comum, o nome de taipal à forma de concreto armado. Nome das folhas das janelas, quando não são de venezianas e sim de tábuas, também chamadas "escuros". Folha de porta.
(Fonte: Corona & Lemos, Dicionário da Arquitetura Brasileira, Edart, SP, 1972)



pau-a-pique
Técnica construtiva tradicional da arquitetura brasileira, o pau-a-pique é utilizado ainda hoje. O pau-a-pique também conhecido como taipa de mão, é empregado em divisórias internas e recebe o nome porque é feito com estrutura de madeira roliça, disposta vertical e horizontalmente, amarrada com cipó ou cravo e depois preenchida com barro socado.

Contato
Rua Guabijú, 49 - Tatuapé
São Paulo/SP - CEP 03077-100
Telefone: +55 11 2296-4330
e-mail: museudacidade@prefeitura.sp.gov.br

http://www.museudacidade.sp.gov.br/taipadepilao.php

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

* Jornada Matemática

VII JORNADA DE MATEMÁTICA - ALUNOS DA E.E.JARDIM WILMA FLOR  2014 

1 – OBJETIVO GERAL
Proporcionar, aos alunos das escolas da rede pública estadual, um contexto significativo para aplicação e desenvolvimento de noções e procedimentos matemáticos, referentes aos conteúdos previstos para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental.

2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Propiciar aos alunos situações desafiadoras que promovam o raciocínio lógico para resolução de situações-problema que os levem a:
-compreender que o conhecimento e a utilização de cálculos numéricos são um dos meios para o entendimento da realidade;
-utilizar estratégias de cálculo mental envolvendo as quatro operações: adição, subtração, multiplicação e divisão;
-interagir com seus pares, em atividades realizadas interclasse e extraclasse, compartilhando diferentes maneiras de calcular e buscar soluções para situações-problema;
-ampliar o repertório das diferentes maneiras de se resolverem situações-problema, com utilização, ou não, de estratégias numéricas, independentemente de serem, ou não, aplicáveis ao cotidiano;
- assimilar o conceito básico de que o conhecimento matemático é ferramenta e, ao mesmo tempo, objeto de estudo para investigar até mesmo questões voltadas à simples curiosidade.



























Parabéns: alunos e professores que com entusiasmo e empenho participaram deste momento de competição e aprendizagem.